Pode o teletrabalho ser o futuro do outsourcing?

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Pode o teletrabalho ser o futuro do outsourcing?

A pandemia mudou o mundo. Mudou a forma de estar, de trabalhar e de nos relacionarmos. No campo profissional, as empresas foram forçadas a reinventarem-se e os colaboradores a adotarem novos métodos de trabalho. Para muitas empresas, a nova realidade foi o teletrabalho.

Contudo, o trabalho remoto existe há décadas. Em Portugal, era muito pouco utilizado até a COVID-19 nos obrigar a viver outros tempos. Na Nucase, colocámos os nossos 160 colaboradores ativamente em casa. Redefinimos os nossos modelos, substituímos as salas de reuniões e criámos novas práticas de trabalho.

O teletrabalho tem apresentado uma série de argumentos a favor. No entanto, importa não esquecer que também revela algumas fragilidades. Se não, vejamos: permite uma maior flexibilidade horária, facilita a conciliação entre a vida familiar e profissional, reduz as despesas ao minimizar o espaço e a logística do escritório, e garante uma maior produtividade ao diminuir as distrações nos escritórios. Por outro lado, o sedentarismo cresce e podem aumentar os problemas físicos, assim como os psicológicos, podendo aumentar também o risco de as pessoas não se conseguirem desligar, bem como a identificação do colaborador à empresa e sua cultura pode diminuir com o aumento da distância e com o pouco contacto com a estrutura da empresa.

Para as empresas de outsourcing, como a Nucase, a realidade de não termos os colaboradores num escritório fixo também nos faz pensar noutra questão: será que o futuro do outsourcing passa pelo teletrabalho? Num regime de 100% home office pode não ser exequível, mas numa conjugação “casa-escritório”, só trará benefícios. Além de que, claro, é o futuro e o que as novas gerações procuram. É o equilíbrio para a vida familiar-profissional que contribuirá para reter talento.

O outsourcing tem crescido ao longo dos tempos e pode ser benéfico para todos. Já pensou em reduzir custos ao não ter colaboradores da casa, mas contratando serviços externos? Não, não queremos que dispense colaboradores, mas sim que peça ajuda a especialistas que se podem focar nos assuntos técnicos libertando os seus recursos para assuntos que são a essência do negócio.

Desta forma, permite que a empresa tenha mais tempo para pensar na satisfação das necessidades dos clientes, ou seja, com a divisão de tarefas no seu dia-a-dia, vai conseguir concentrar-se mais no que é realmente importante assim como reduz custos operacionais e garante um maior controlo e melhor orçamentação dos custos. No entanto, sabemos que podem existir algumas questões menos positivas, como é o caso da perda de controlo da execução das atividades, pode existir um menor alinhamento com a estratégia e cultura da empresa ou até mesmo a possibilidade de conflitos de interesse. Mas, com o parceiro certo, o outsourcing pode ser a chave para o seu sucesso.

Uma das maiores vantagens deste tipo de serviços é pode ser feito em qualquer regime: teletrabalho, nas instalações do cliente, na própria empresa… Precisa apenas de perceber as necessidades de cada projeto. É o melhor dos dois mundos nos tempos conturbados que vivemos.

Sónia Nunes,
Administradora e Diretora de Recursos Humanos

[pode ler o artigo original, aqui]

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